Com uma votação de 242 contra 180, a Câmara de Representantes decisivamente
rejeitou o "Programa Temporário do Trabalhador Agrícola", do membro do Congresso Richard Pombo
(R-Stockton) que havia assegurado leis adequadas à força de trabalho dos produtores, antes que
resistentes da imigração entrassem efetivamente. A emenda de Pombo foi associada à Conta da
Reforma da Imigração que a Casa aprovou.
A emenda de Pombo havia modificado o programa agrícola temporário atual do trabalhador,
criando um programa experimental alternativo de três anos, que permitia que os patrões
empregassem trabalhadores temporariamente, e, por estações, por pelo menos 10 meses ao mesmo
tempo. A emenda incluía um mandado que dava preferência aos trabalhadores americanos durante
os primeiros 25 dias de emprego e que 25% dos salários de um trabalhador seriam retidos até que
este saísse do país.
Com a exclusão do balanço da Casa, o "Programa Agrícola Temporário do Trabalhador” encontrara
o caminho do Senado muito mais difícil. O Presidente Clinton ameaçou vetar o “Programa do
Trabalhador Temporário/Imigrante" se incluíssem na legislação as reformas da imigração.